quarta-feira, 25 de maio de 2011
Indecisões
Não gosto de pensar em como a vida pode ser difícil... Gosto de ver e sentir o quão generosa ela tem sido pra mim.
Alguém que nunca conversou comigo, que nunca soube o que se passou no meu coração, que não sabe dos meus anseios, das minhas dores, dos meus amores, simplesmente decidiu que não gosta de mim. Por quê? Ciúmes!
Não me sinto completamente confortável com a situação, mas também não me afeta. Digo que sofre muito mais quem tem "ódio" do que quem é odiado. Pensem nas situações de extrema inconfortabilidade que a pessoa da ativa vai ter de passar ao ficar perto, ouvir falar, ou simplesmente lembrar da pessoa da passiva. Em contra ponto, a pessoa da passiva não tem sentimento recíproco, então não lhe aplica o sentimento de ódio. A não ser que haja motivo para tal. Foi um pouco confuso, mas dá para se situar. De qualquer forma, no meu cotidiano, eu me aplico à história como pessoa da passiva, sem ressentimentos. A tal pessoa da ativa, numa tentativa desesperada de sei lá o quê, me adicionou no orkut. Eu me senti na obrigação de aceitá-la por alguns motivos: 1 - Ninguém usa mais orkut, um a mais ou a menos... ; 2 - Não me afeta de forma alguma qualquer posicionamento que ela faça em relação a mim; 3 - É uma chance de me aproximar e mostrar que não sou o quase monstro que ela imagina; e por ultimo, mas não menos importante, 4 - Posso me reaproximar da pessoa que tem me feito bem nesse momento.
Sinto que as coisas acontecem numa teia bem trançada, basta coragem e um pouco de humildade para destrançar e criar novas teias. Transformando-as em coisas ligeiramente apreciáveis. Quem sabe eu não ganho mais um amigo!?
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